domingo, 25 de setembro de 2011

O DITADOR ELEITO

A grande desgraça de Angola não foi a morte de Jonas Savimbi nem sequer a permanência do camarada Dos Santos no poder (Dos Santos é uma ironia para o nome de um «exemplar comunista»). A grande tragédia de Angola é ser muito rica onde a maior parte da população se derrete em miséria. Em Angola a prepotência está casada com a corrupção, a riqueza com a cobiça e a pobreza com ela própria.

Enquanto tudo isto o Ditador, porque de um verdadeiro ditador se trata, defende-se dizendo que foi eleito, enche-se de dinheiro. Só de Cabinda, onde se retiram 600.000 barris de petróleo POR DIA, vão para o seu bolso, do melhor fato que se possa imaginar, 3 dolares por cada barril. O leitor quer fazer estas contas? São apenas uma pequena parcela do erário global. Mas há mais números dignos de serem lidos.

Um em cada três angolanos está no desemprego.
70% vive com pouco mais de 1 dolar por dia.
3% usufrui ostensivamente da imensa riqueza do país.

Basta apenas esta amostragem para se compreender a revolta, acompanhada de toda a parafernália usual em tais circunstâncias: pancadarias: julgamentos sumários, feridos, e até agressões a jornalistas portugueses. O contágio com tudo aquilo que se vai desenrolando na Tunísia, Líbia, Costa do Marfim ou Egipto tem o seu peso.

Este Presidente, um comunista-caviar, só calça sapatos italianos, só veste do melhor e só faz férias no sul de França, Espanha, Dubai ou Brasil. Porque Diabo não as vai gozar em Cuba ou na Coreia do Norte?

Não vão matar ao vivo o Presidente, isso são práticas de americanos imperialistas. Dos Santos prepara a sua retirada e já escolheu o seu sucessor – Manuel Vicente. É presidente da Sonangol, e claro, do MPLA. Cuida ao milímetro da sua segurança pois ainda quer abocanhar o possível durante um período de ano e meio. Para onde irá viver? Em Portugal os seus investimentos e da sua filha Isabel são diversificados. A filha, Isabel dos Santos, associou-se ao homem mais rico de Portugal, Amorim o nosso milionário que diz ser tão só um trabalhador; anda a comprar o Bairro do Restelo, em Lisboa e tem umas açõeszitas no Banco que elegeu. O pai, já tem há uns tempos negócios de azeite, imaginem, na Terrugem uma pequena povoação muito perto de Borba no chamado Alentejo «In» (aquele que está na moda). Terrugem onde pouco existe mas com um dos restaurantes mais caros da região. Umas insignificâncias ao lado de todos os dinheiros e investimentos espalhados por todo o Mundo. São donos de uma fortuna que é um Mar sem fim. Que andamos nós a fazer indo de caravela até Angola, é bem verdade que guardado está o bocado para quem o há-de comer.

Seja como for as coisas em Angola estão pretas. De que outra cor poderiam ser?

Ditador por ditador, ainda não encontraram Muammar Kadhafi. Quem sabe se não estará na casa parisiense de Sócrates que o achava tão carismático? Estarão ambos a estudar filosofia? Não desistam. Procurem-no.

RAPALADO 

domingo, 11 de setembro de 2011

Camas e SEXUALIDADE

Se for pudibundo(a) ou tiver uma
Sensibilidade  de  vidro  NÂO LEIA.

Somos todos filhos do prazer de um homem. Mesmo para a primeira fecundação in vitro realizada em Inglaterra, acerca de trinta anos, e para todas as outras inovações que se vêem realizando medicamente assistidas são imprescindíveis os espermatozóides de um macho.
A sexualidade no mundo a que chamamos civilizado e ocidental nada tem em comum com a normal actividade nesta delicada área quando comparada com aquilo que acontece nos países orientais com civilizações milenárias.

O homem é por natureza polígamo. As mulheres são em número muito superior ao dos homens e a Natureza dá muito cedo às fêmeas a possibilidade de serem fecundadas

No Oriente os casamentos fazem-se entre pessoas muito jovens. No ocidente também foi durante muito tempo assim. Mais tarde, talvez devido à religião vigente e para os adultos terem ascendência e mão sobre os adolescentes roubaram-lhes o direito à sexualidade até serem maiores.
Na vida actual as relações sexuais iniciam-se tal como dantes, na puberdade

Comer, beber, defecar, dormir, ter uma vida sexual activa são comportamentos básicos, sem eles não há vida.

O sexo sempre andou ligado ao amor, mas é uma efabulação que atinge o seu ponto alto nos séculos XVIII e XIX em que se morria de amor, um sentimento que pertence exclusivamente a quem o sente e não é acessível a ser partilhado. O sexo sim uma actividade partilhada a dois – a que vulgarmente se chama fazer amor e dourando menos a pílula – ir para a cama com.

As grandes famílias acabaram. Em famílias com dez ou mais filhos era vulgar irem buscar ao povo uma mulher ricem parida para lhes amamentarem e aturarem os filhos. A ama dormia com o menino ou menina na mesma cama., cama que se dizia de corpo e meio. Para adormecerem as crianças masturbavam-nas e logo que reclamassem água para beber diziam-lhes que beber muita água fazia nascer rãs na barriga, a salvaguarda para dormirem numa cama seca pois as fraldas eram de simples pano

As camas em Portugal, país de gente de pequena estatura e pobre, eram horríveis, de ferro ou madeira com colchões cheios de palha e temperadas de percevejos. As famílias mais abastadas dormiam em colchões de lã. Os colchões de molas só chegaram quando os portugueses pensaram que eram ricos, Nestas camas miseráveis fizeram-se muitos lusitanos à pressa como quem come como um alarve.

A diversificação nas actividades sexuais vão ao ritmo dos impulsos, não têm fim tal como a imaginação humana Nasce-se e morre-se arreigado à sensualidade.

No nosso tempo surgiram comportamentos, que embora não sendo inovadores, diferem porque há uma apetência por tudo o que se relacione com a sexualidade, anteriormente nem se utilizava a palavra sexo por ser tabu.

Existem e sempre existiram heterossexuais, bissexuais,. lésbicas  e pedófilos. No mundo rural é prática corrente o sexo praticado com animais. Ovelhas, galinhas vacas, tudo serve.

O incesto nas várias dinastias de Faraós era praticado com a finalidade de se manter pura a linhagem real. Medicamente, as relações incestuosas têm fortes probabilidades de darem uma descendência com deficiências graves. Para entre primos direitos se fazer um casamento religioso era necessária um dispensa Papal como se tal documento anula-se a consanguinidade.

As mulheres libertas de uma gravidez não desejada lançam-se numa actividade sexual idêntica à praticada pelos homens. Têm amantes com uma certa durabilidade, amantinhos episódicos, amizades coloridas ou casalinhos, i.e. trocar o marido pelo da amiga, amiga ou não, e vice-versa, sem qualquer problema.

Chocante, revoltante, nojento é a depravação levar avós a serem violadores dos netos ou netas e pais fazerem o mesmo aos filhos ou filhas. E de uma desumanidade inqualificável a violação de crianças de mama. Os animais selvagens são como os humanos homossexuais, bissexuais, incestuosos, mas a tanto não chegam. Não há palavras para sobrepor a actos tão abjectos.

Nestas referidas camas miseráveis fizeram-se muitos portugueses, à pressa.
A Luxúria é uma arte reservada a adultos de elevada sensibilidade e requintado sentido estético, no oriente ela é religião. O erotismo divinizado. É a luxúria que permite a evasão do ser humano, ainda que fugaz, da sua inerente mortalidade. Luxúria? A ascensão do estrume à rosa.

Já notaram como os homens de hoje falam com voz de contralto? Homens a sério com voz cava (de homem) são raríssimos.
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Mas cuidado pois formaram-se grupos de «homens» peludos, musculados de barba rija mas que gostam de homens. São OS URSOS. Desdenham os homossexuais quando demasiado efeminados, aliás os homossexuais andam  felicíssimos  com as suas paradas de orgulho Gay e por terem direito ao  casamento. Por sua vez os heterossexuais, utilizadores da pílula azul, desvairam, muitos com medo que a impotência chegue mesmo tornam-se bissexuais. Assediados pelas mulheres que: trocam., comparam exigem e mostram tanto, exibem-se tanto que qualquer dia vão-se despir sozinhas, assustam-nos.

Os romanos diziam que os seres humanos nasciam entre fezes e urina. (A excepção foi César que foi o primeiro homem a nascer por cesariana). No fundo somos naturalmente, desde o primeiro momento de vida afogados em dejectos. A partir deste ponto ser civilizado é só para alguns Civilidade é um curso que se vai fazendo durante toda a vida, e alcançar uma nota brilhante, infelizmente não são muitos que a conseguem.  

RAPALADO