domingo, 27 de outubro de 2013

O NOSSO 75° BLOG

SÍMBOLOS E CONVENÇÕES

A humanidade ao longo do tempo criou uma infinidade de símbolos, de certa forma uma relação com o sobrenatural.

Os símbolos são incontáveis nas religiões, nos desportos. Tão banais como por exemplo na Páscoa - os Ovos, ou no Natal - a árvore ou o Pai Natal. Na politica, para evocar um país ou até uma cidade.

Mas de todos eles talvez o mais utilizado e corriqueiro seja o do coração num desenho estilizado que nos aparece por todo o lado e nesse coração metemos a vida inteira: o amor, os afetos, a amizade, as emoções, os sonhos, os desejos, enfim, tudo.

Ora este símbolo que vemos tatuado, impresso, moldado, estampado bem vermelho e chamativo é uma fantasia. 

O verdadeiro coração é um musculo feio, do tamanho do nosso punho fechado e vazio. A prova cabal e irrefutável de que não tem nada do que imaginamos lá dentro está demonstrada num transplante cardíaco. O coração doado a outra pessoa não leva nada de nada, das vivências do seu anterior dono.

Os homens sentem uma necessidade enorme de viver agarrados tanto aos símbolos como às convenções ou normas como quem usa uma arma de proteção.


O casamento é uma convenção que no tempo presente vem sendo abandonado. Os jovens vão viver uns com os outros e quando casam, se casam, fazem-no tardiamente. A baixa natalidade em parte provem deste comportamento. 

Nestas circunstâncias há entre os filhos e os pais um desfasamento de idades que causa desentendimentos e afastamento. Estes filhos tardios pertencem a um tempo que já não é o dos pais.

Os casamentos entre homossexuais já é legal em muitos países. Estamos convencidos que acabará por se provar que estas pessoas trazem nos genes um erro da Natureza. Verifica-se muitas vezes que um pai homossexual  pode ter filhos heterossexuais mas na geração seguinte entre os netos surge um homossexual. É lamentável que os homossexuais  procriem, que façam filhos de olhos fechados geralmente dentro de um casamento que realizam para obterem aceitação social.ou conforto económico.

Eram ridículas e até carnavalescas as paradas de orgulho GAY. Já se viu alguma vez uma marcha de orgulho heterossexual ?

Parada Orgulho Gay - Amsterdäo 

CURTíSSIMAS

PARA NÓS um novo ano de vacas esqueléticas.

DUAS FACES: A cólera francesa contra as expulsões de um lado. Do outro Marine Le Pen vence as eleições cantonais no Sul da França.

DRAMAS sobre dramas na ilha de Lampedusa e nada muda.


PETRÓLEO: Novas descobertas do ouro negro nos quatro cantos do continente Africano.

POUPANÇA:  Usem camisolões em casa para poupar energia - dito pelo porta voz do Primeiro-ministro britânico

TASCOS: Letícia de Espanha gasta 400 euros em roupa. Está muito popular, anda num rodopio pelos tascos típicos do centro do velho Madrid.

POLUIÇÃO: Peritos na matéria chegaram à conclusão que o compartimento de uma casa com maior  poluição é a cozinha.

O ar que respiramos está altamente poluído e é a causa do aumento do número de cancros do pulmão. A avenida da Liberdade, em Lisboa, é das mais poluídas do Mundo, no entanto as lojas de grande luxo é ali que se instalam. 

Clientes habituais, angolanas, chinesas, moçambicanas e algum turismo ocidental. Nacionais nem a sombra aqueles que compram luxo de Cartier para cima e para baixo fazem as compras no estrangeiro. A Cartier com grande pompa e circunstância também já chegou a Lisboa. Convidou centenas de pessoas que instalou mos melhores Hoteis e esgotou os carros de aluguer de Mercedes para cima!

Voltando ao princípio, para nós portugueses comuns o tempo é de vacas esqueléticas.


RAPALADO

domingo, 13 de outubro de 2013

NO MUNDO EM QUE SOBREVIVEMOS

Há pessoas com o dom e talento para de uma forma ficcionada antever o tempo que ainda não chegou, É o caso do escritor George Orwell que no seu livro 1948 anteviu que iriamos viver sob o domínio daquilo a que hoje popularmente chamamos o “Big Brother”. Uma ficção tornada realidade e até ultrapassada.
Jack London (1876 - 1916)

Um pequeno livro do escritor Jack London intitulado A PESTE ESCARLATE de igual modo o autor imagina a extinção quase total da humanidade através de uma bactéria (no seu tempo os vírus existiam mas ainda fora do conhecimento dos cientistas) - um contágio fulminante, uma morte rápida e a decomposição dos corpos imediata. 

A história tem como protagonistas um avô, que tinha sido professor Universitário e três netos a viverem na forma mais primitiva que se possa imaginar. 

Um dos rapazes a dada altura encontra um moeda em péssimo estado e pergunta ao avô: o que é isto ? A resposta foi , dinheiro... Será que o dinheiro também virará ficção?

Tanto o Governo dos Estados Unidos como o Britânico imprimem papel (dinheiro). A que ritmo e quantidade? Segundo a inflação. Aquele que se considera o maior potentado do Mundo está há uma semana apenas com os serviços mínimos o que quer dizer parado, até quando?     

Capitólio - Washington D.C.

Uma situação com repercussões difíceis de imaginar. Mas há quem não pare. Os chineses que este ano fixam o seu PIB em 7,5% e vão se espalhando pelo Mundo.

Lampedusa, Itália
O que também não para é a imigração rumo à Europa de gente vinda sobretudo de Africa. 

Chegam com a morte nos olhos, indocumentados, nus. Milhares vão morrendo por afogamento e pagam essa morte por 2 mil euros
a organizações 
clandestinas que lhes 
preparam esta viagem. 




A ilha italiana de Lampedusa não tem mais espaço nem para vivos nem para mortos! A Itália é a porta preferida mas o problema é europeu. Aliás a Europa está minada de chineses, negros de várias proveniências, de  árabes numa palavra de não europeus.

O desemprego como uma nuvem carregada e bem negra cobre e cobrirá por longo tempo este mundo dito global. Em Portugal o ano letivo começou com menos alunos e menos  professores. Falta de dinheiro. 

Os jovens que se licenciaram ou fizeram mesmo uma formatura superior o que os espera é a falta de emprego. Alguns que têm a sorte de terem pais que ainda os sustentam não encontram nada para fazer motivo para lhes dizerem: meninos vão jogar à bola para o jardim... Esses mesmos pais, tal como as crianças pequenas, por não terem dinheiro para mais nada, pedem que lhes contem uma história antes de irem dormir e têm-na nas telenovelas. Ao que chegamos. Não é uma anedota mas uma tragédia.

Não haverá neste mundo um país onde as pessoas sejam felizes? Há, os Dinamarqueses o povo mais feliz embora paguem qualquer coisa como 50% de impostos e em nada os incomoda pois o retorno em benefícios é mais do que compensador. 

Trabalham, mas trabalham mesmo, apenas 37 horas por semana. Nas creches há 4 adultos para cuidar de 14 crianças.  As crianças são consideradas o ouro do país. 

Os lares de idosos impecáveis e em vez de antidepressivos servem-lhes um copo de vinho tinto! A Dinamarca tem 430,094 quilómetros quadrados e uma população de 5,56 milhões. Não têm o nosso sol. nem ministros à portuguesa que rapidamente os levariam á banca rota. A capital, Copenhaga, é linda.

Copenhaga, Dinamarca

A taxa de natalidade muito alta, o PIB um dos mais elevados da Europa e uma taxa de desemprego sem expressão. O desempregado é considerado pela sociedade um marginal.

Têm inveja? Não se deitem de papo para o ar ao sol, mudem de mentalidade e ganhem o sentido da responsabilidade. Procurem aproximar-se de quem vos eduque. Amamos Portugal, somos um país velho mas ainda vamos a tempo de aprender. Burro velho não aprende línguas mas temos uma juventude da qual esperamos tudo.

RAPALADO