domingo, 22 de novembro de 2015

ATÉ QUANDO?‏

Bombardeamentos em Beirute - Líbano. Fonte: CNN.com

Terror. Aqueles que usam o terror como arma para atingirem determinados fins são terroristas. 



A nossa civilização que designamos por ocidental está a morrer às mãos de terroristas implacáveis. Matam-nos e suicidam-se e esta situação de uma complexidade extrema não surgiu no dia 13 de Novembro, vem de muito mais longe. O seu começo aconteceu no dia em que derrubaram as Torres do World Trade Center em Nova Iorque.

O passado não existe mas é nele que se estruturam os meandros com que vivemos no presente. O que pretende o dito estado Islâmico (hoje diz-se DAESH, sigla que designa, espezinhar, pulverizar) tanto melhor porque de Estado, no sentido constitucional da palavra não tem nada.  O que pretendem os jihadistas? Desestabilizar, destruir e ocupar e chamar-lhe seu o espaço do mundo ocidental e torna-lo submisso às leis do Islão. Os muçulmanos à data presente representam 22% da população mundial. Dentro de vinte ou trinta anos não será erróneo imaginar que será muçulmana metade da humanidade!

(Uma pequena nota intercalar: A Interpol calcula que as Forças de Segurança apenas têm identificados 5.600 dos 25.000 combatentes terroristas do mundo inteiro)

SEM PROBLEMAS COM O ISLÃO
O Japão é o país que não tem qualquer problema com o Islão para tal tomou uma série de medidas entre elas citaremos apenas uma bem explicita: mulher que case com um muçulmano perde irremediavelmente a nacionalidade japonesa.

SOLIDERADIDADE MULÇUMANA

Arábia Saudita

A Arábia Saudita tem 100.000 tendas com ar condicionado capazes de acomodarem 3 milhões de pessoas. Este complexo estende-se por uma área imensa num vale de Mina. Estas tendas são apenas usadas durante 5 dias durante as peregrinações à cidade Santa de Meca pelos muçulmanos. A Arábia Saudita que poderia receber aqui os refugiados que vão sendo acolhidos mundo fora, não o faz! E os sírios são seus irmãos...
Também nos perguntamos se não financiará, pela calada da noite, isto é, em segredo, o então dito Estado Islâmico.

O medo grassa - medo é ter medo de ter medo - mundo fora.  No Canadá foi assinada uma larga petição contra a entrada de mais refugiados, em todas as cidades europeias e não só, a vigilância foi reforçada. Nós também a estamos a fazer nos pontos mais visitados pelos turistas e frente às Embaixadas - os atentados terroristas continuam. Entretanto aconteceu mais um no Mali, o país mais pobre de África e antiga colónia francesa. A França já se prontificou a enviar tropas de apoio.

Sem dúvida, estamos a viver e muito mal, um guerra generalizada que leva a uma total desestabilização tanto emocional como financeira - Um horror, uma tragédia.
Depois dos nefandos ataques em Paris o Presidente François Hollande declarou que os franceses estavam a ser mortos por franceses. Uma verdade. Alguns cabecilhas assassinos eram documentalmente de nacionalidade francesa por nascidos em França, mas no fundo não mais do que islamitas, jihadistas.

O ser humano quando não consegue exprimir por palavras aquilo que sente, chora. Seguiremos chorando mas até quando?

RAPALADO

domingo, 8 de novembro de 2015

QUESTÕES CLIMÁTICAS‏

Por uma circunstância inesperada tivemos de partir e não levamos nada. Longe da TV, do PC, do telefone, do tablet e até do telemóvel. Razão pela qual o blog não surgiu na hora e dia devido. Deu-se um acaso muito benéfico. Longe de todas as tecnologias estivemos num paraíso.
Voltando encontrámos inúmeras desgraças como é costume: Inundações em Albufeira, já tinha acontecido o mesmo na Côte d'Azur, Paquistão e nos meandros da nossa politica parecem um espelho do mau clima que vai pelo mundo, ainda podemos relembrar o tufão do México, os tornados nos EUA, os incêndios na Califórnia, um pandemónio.

Cheias no Sul de França e em Albufeira (2015). Fonte: Reuters / EPA

Os Homens afastaram-se da natureza, agarram-se ao êxito rápido e atropelando tudo o que o impeça. É proibido proibir, uma frase emblemática que salvo erro foi dita pela primeira vez no movimento de 1968.

No dia 4 de Outubro último o clima politico alterou-se de maneira imprevisível tal como acontece na meteorologia que só prevê a dez dias de distancia e nem sempre acerta.

Foi dito que todos os cenários estavam previstos. No entanto em face do imprevisto houve que refletir.

É aquilo que vamos fazer. Refletir e ligar todos os "aparelhómetros".

RAPALADO