Pela primeira vez Sócrates surgiu no debate televisivo com Passos Coelho despido da sua habitual agressividade, da sua verve vertiginosa. Pensamos que iria…
Não temos vontade nem gosto, como por certo os leitores, de entrar numa análise da pré-campanha eleitoral. O que importa são os factos concretos.
Os dias enrolam-se cosidos uns aos outros muito depressa e em breve saberemos quem irá "governar", Governar entre comas sim, por que quem for Governo estará sob o controlo rigoroso da Troika. Os seus representantes marcarão a sua presença já preparados para de três em três meses voltarem. Vêm comprovar se as regras acordadas estão a ser cumpridas à risca pelo Governo em funções. Se encontrarem alguma falha lá se vai a ajuda que nos foi concedida.
Por acaso já pensaram na possibilidade de ser plausível um Governo de iniciativa Presidencial?
Por ora ninguém saberá responder em que mãos cairá o dinheiro do empréstimo ou avaliar a responsabilidade de governar em condições tão difíceis. Nunca em séculos Portugal se viu numa situação tão delicada.
Sempre pensamos que os socialistas são uns comunistas cobardes. Afirmam-se pela igualdade social (a bandeira dos comunistas) mas na prática não são nem carne nem peixe Servem-se de uma coisa e da outra e o que lhes importa de sobre maneira é estarem circundados de países que sigam a mesma politica. Quanto aos povos que governam que se amanhem neste falso estado de igualdade social.
Tanto o socialismo como o comunismo vem demonstrando não servirem os desígnios que alardeiam. Olhem só para os outros países da União Europeia: a Dinamarca, a Holanda. a Suíça a Alemanha, a França e por aí fora, São países para onde quer ir e vai trabalhar ou estudar o melhor da nossa população válida e activa.
O comunismo está , há longos anos cadente., moribundo. Até em Cuba onde estrebucha! Nas restantes nações mencionada os seus partidos ou não existem e se ainda se expressam em percentagens ínfimas não têm qualquer influência.
O socialismo está neste momento a ser posto em causa em Espanha onde o desemprego atinge mais de 20% da população em condições de trabalhar e produzir.
Voltamos aquilo que já encaramos. É premente achar uma nova forma para governar os povos.
Os erros cometidos neste nosso Mundo actual de grandes aglomerações, de cidades gigantescas, das multinacionais dominando a economia, da imunidade para alguns (muitos), da globalização. São desvios que estamos a pagar com as nossas vidas e que continuarão a ser pagos pelas gerações que nos sucederem.
Nos Estados Unidos da América, a justiça age rápida e corta a direito. Todos são iguais perante a lei. Uma América formada com o rebotalho da Europa nunca teve e não tem classes sociais, quando muito o que distingue um Americano de um outro é tão só o montante da sua conta bancária, mas essa eventual discrepância em nada influi na aplicação da lei.
Como gostaríamos de viver em tais circunstâncias.
Rapalado