Continentes 25%, Oceanos 71%
O Planeta onde vivemos está
pejado de seres vivos. Prevê-se que em 2050 seremos entre 9 a 11 mil milhões. A
Terra não cresce nem se fabrica. Estará o nosso globo mais pesado? Se assim fôr
a Natureza irá ao seu cofre de malefícios para repor o equilibrio.
Os Oceanos, sulcados pelos
portugueses e pela primeira vez vistos por olhos humanos, tornaram-se, desde
então, gradualmente, o vazadouro da humanidade e é deles que vem metade do
oxigénio que respiramos.
Temos e teremos gente a mais, e
grande parte da humanidade não presta, é gananciosa, assassina, psicopata,
alcoolizada, drogada, pedófila, desinstruida, indolente e cruel. Já não existem
Novos Mundos, Austrálias ou colónias para onde era enviado este rebarbativo
rebotalho. O grande espaço e o começar de novo regenera. Não há melhor exemplo
do que os Estados Unidos da América. Hoje em dia falta-nos espaço.
No nosso Mundo dito civilizado a
natalidade é baixíssima no mulçumano é altíssima. Vivem há séculos sob a
Shaira, poligamos, e em breve será árabe metade da humanidade. Por ora
representam 22% dela. Tinham um velho provérbio que dizia: Senta-te à porta da tua casa e espera até
veres passar o cadáver do teu
inimigo. Tais palavras estão
enterradas há muito tempo. Não esperam, actuam.
Matar Bin Laden não reolveu
problema algum, há um “Bin Laden” em cada crente em Alá. Por favor vejam esta
caricatura de Veneza.
Onde não há uma Mesquita
A Itália tem na sua população
1,5% de mulçumanos. A Alemanha 3,7%, mas o país da União Europeia com a
percentagem mais alta é a Espanha com 4%.
O Japão encerrou a aua ultima
unidade de energia nuclear. A Alemanha prometeu fazer o mesmo em 2022. É
premente acabar, de uma vez por todas, com o nuclear. E então onde ir buscar a
energia de que necessitamos? Gastamos erradamente um excesso de energia a
produzir toneladas sobre toneladas de inutilidades. Lixo. Há que proceder de
forma diversa tornarmo-nos inteligentemente minimalistas, selecionarmos o
essencial. Entretanto iremos recorrendo ao petróleo que compramos sobretudo aos
árabes.
Nos últimos dias de Abril passado
esteve em Portugal, a convite da AICEP, uma delegação de altos dignatários da
União dos Emirados Árabes ligados a áreas relevantes. O que vieram fazer
ignoramos. Observar, negociar, comprar, vender... por enquanto está tudo no
segredo dos profetas.
Os países europeus andam numa
dança eleitoral, agora a direita, amanhã a esquerda e logo mudam o passo, mas
nem uns nem os outros dão com a porta de saida da crise onde se encontram.
Estamos numa situação que não se resolve por demasiado abrangente e complexa.
Nunca se viveu em tamanha escravidão. Os escravos contemporâneos são a maioria.
Escravos das prepotências, das multinacionais. Escravos das nossas necessidades
básicas e para maior loucura (cada vez existem mais loucos e suicidas). Julgamo-nos
livres! A pequena economia enforcou-se. A energia nuclear ainda é utilizada.
Gastamos sem medida petróleo. Temos a vida entrelaçada com as novas
tecnólogias, fome e desemprego! Não
há máquinas ou técnica para fabricar empregos, mas interesses obtusos que os
eliminam.
Estamos perante o aborto de uma
era e ao mesmo tempo a assistir ao assomar de um novo tempo. Estes
acontecimentos são dolorosos e lentos. O futuro é incerto mas com boas
possibilidades de ser mais realista e sólido.
RAPALADO


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