domingo, 13 de maio de 2012

EMBOSCADA

Grande parte do Mundo caiu numa emboscada à qual se vulgarizou chamar crise. Vivemos nesta situação há mais de uma década.

Continentes 25%, Oceanos 71%

O Planeta onde vivemos está pejado de seres vivos. Prevê-se que em 2050 seremos entre 9 a 11 mil milhões. A Terra não cresce nem se fabrica. Estará o nosso globo mais pesado? Se assim fôr a Natureza irá ao seu cofre de malefícios para repor o equilibrio.

Os Oceanos, sulcados pelos portugueses e pela primeira vez vistos por olhos humanos, tornaram-se, desde então, gradualmente, o vazadouro da humanidade e é deles que vem metade do oxigénio que respiramos.

Temos e teremos gente a mais, e grande parte da humanidade não presta, é gananciosa, assassina, psicopata, alcoolizada, drogada, pedófila, desinstruida, indolente e cruel. Já não existem Novos Mundos, Austrálias ou colónias para onde era enviado este rebarbativo rebotalho. O grande espaço e o começar de novo regenera. Não há melhor exemplo do que os Estados Unidos da América. Hoje em dia falta-nos espaço.

No nosso Mundo dito civilizado a natalidade é baixíssima no mulçumano é altíssima. Vivem há séculos sob a Shaira, poligamos, e em breve será árabe metade da humanidade. Por ora representam 22% dela. Tinham um velho provérbio que dizia: Senta-te à porta da tua casa e espera até veres passar o cadáver do teu  inimigo. Tais palavras estão enterradas há muito tempo. Não esperam, actuam.

Matar Bin Laden não reolveu problema algum, há um “Bin Laden” em cada crente em Alá. Por favor vejam esta caricatura de Veneza.

Onde não há uma Mesquita

A Itália tem na sua população 1,5% de mulçumanos. A Alemanha 3,7%, mas o país da União Europeia com a percentagem mais alta é a Espanha com 4%.

O Japão encerrou a aua ultima unidade de energia nuclear. A Alemanha prometeu fazer o mesmo em 2022. É premente acabar, de uma vez por todas, com o nuclear. E então onde ir buscar a energia de que necessitamos? Gastamos erradamente um excesso de energia a produzir toneladas sobre toneladas de inutilidades. Lixo. Há que proceder de forma diversa tornarmo-nos inteligentemente minimalistas, selecionarmos o essencial. Entretanto iremos recorrendo ao petróleo que compramos sobretudo aos árabes.
Nos últimos dias de Abril passado esteve em Portugal, a convite da AICEP, uma delegação de altos dignatários da União dos Emirados Árabes ligados a áreas relevantes. O que vieram fazer ignoramos. Observar, negociar, comprar, vender... por enquanto está tudo no segredo dos profetas.

Os países europeus andam numa dança eleitoral, agora a direita, amanhã a esquerda e logo mudam o passo, mas nem uns nem os outros dão com a porta de saida da crise onde se encontram. Estamos numa situação que não se resolve por demasiado abrangente e complexa. Nunca se viveu em tamanha escravidão. Os escravos contemporâneos são a maioria. Escravos das prepotências, das multinacionais. Escravos das nossas necessidades básicas e para maior loucura (cada vez existem mais loucos e suicidas). Julgamo-nos livres! A pequena economia enforcou-se. A energia nuclear ainda é utilizada. Gastamos sem medida petróleo. Temos a vida entrelaçada com as novas tecnólogias, fome e desemprego! Não há máquinas ou técnica para fabricar empregos, mas interesses obtusos que os eliminam.

Estamos perante o aborto de uma era e ao mesmo tempo a assistir ao assomar de um novo tempo. Estes acontecimentos são dolorosos e lentos. O futuro é incerto mas com boas possibilidades de ser mais realista e sólido.

RAPALADO

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