domingo, 20 de janeiro de 2013

UM SÉCULO TRISTE

Regicídio, República, Salazar e 25 de Abril

No dia  de 1 de Fevereiro de 1908 teve lugar o infausto e traiçoeiro regicida do Rei D. Carlos e simultaneamente a morte do Príncipe herdeiro. A partir daqui Portugal irá viver um século triste.

Em 1910 é implantada a Republica. Uns desgraçados 18 anos e acabou por se tornar inevitável chegarmos a uma Ditadura e dela o pior foi a sua duração quase meio século! (Interessante o que se escreveu recentemente no jornal Pravda sobre Salazar).

Por fim surge a revolução mansa de 1974 e lograrmos ser uma democracia. As democracias existentes  na maioria doa países não são todas idênticas cada povo usufrui delas segundo o seu próprio modus operandis.

A nós foi-nos servido um Estado paternalista, digamos social, e uma euforia tonta pois julgamos ter alcançado a solução para todos os nossos anseios o paraíso. Profundamente imaturos, com muito pouca e má formação académica.

Sem qualquer preparação  entramos de rompante num mundo do qual tudo desconhecíamos. Radiantes com a ajuda monetária vinda da União Europeia de que agora fazíamos parte.

Ingénuos e aproveitadores de tudo o que nos parece caído do céu sem nada  termos feito para tal dávida. Só fizemos disparates desbaratando a ajuda recebida. Éramos ricos. Viciados no gozo de enganar o Estado como um adolescente faz ao pai continuamos procedendo como sempre.

Formaram-se os partidos que assentes numa Constituição que há muito deveria ter sido reformulada repartiram entre si  as benesses possíveis, a imunidade que lhes vem permitindo desacatos inqualificáveis. Entre todos foi o Parido Socialista que melhor se banqueteou e mais os que seguiram pela mesma senda pouco se importando com o país e os portugueses. Portugal nunca foi tão mal amado. Ora estes erros pagam-se e a pagá-los estamos e estaremos.

A geração mediática e operante do 25 de Abril está no fim da vida e acabada. é chegada a hora de virar esta página suja e pesada da nossa história. Continuamos a acreditar na juventude que tem emigrado mas voltará porque amar

Portugal e servi-lo é simples, um desafio feito à medida das novas tecnologias que nos trazem um presente novo todos os dias  e os novos estão casados  e felizes neste mundo completamente novo.

A malfadada crise ainda não nos abandonou. A Air Berlim vai enviar para o desemprego 900 cidadãos e para mais reduzirá a sua frota aérea de 158 para 142 aviões...

Um pequeno consolo. Os espanhóis investiram 11 milhões de euros numa fábrica de sobremesas em Pombal. Acontecimento com direito à presença de 2 Ministros, O dos Negócios Estrangeiros e da Agricultura, enfim estão a  adoçar-nos a boca. Mas o mais curioso é que irão produzir ovos estrelados instantâneos. Basta levá-los ao micro ondas... Coisas impensáveis ontem.

Temos uma profunda admiração pelos cientistas já não podemos dizer o mesmo dos políticos salvo por um grande Estadista. Só que olhamos redondo e não encontramos nenhum. Cientistas suecos criaram uma cola capaz de colar ossos (os ossos são uma matéria única no mundo, não há nada que se lhe igual) ora com este novo produto será possível reparar uma fractura óssea que não requer uma recuperação de mais de três dias. Anteriormente essa mesma recuperação era de três meses no mínimo.

RAPALADO

domingo, 6 de janeiro de 2013

ANO NOVO, VIDA DURA

Nem para todos. Há muitos que neste tempo de “crise” souberam tirar partido desta situação anómala e fabricar uns dinheiros extra de maneira ilícita ou lícita e seguir cantando e sorrindo. Para a maioria, sim, será um ano muito duro. Uns euros aqui outros ali, uns cêntimos mais, ou seja, em tudo o Estado procura no fundo dos bolsos dos portugueses, já tão vazios, os últimos trocos. 


A crise não é só nossa e parece ter vindo para ficar, e assim o ano novo é óptimo para uns quantos e péssimo para muitos… 

Os desgovernos anteriores, as falcatruas, as inovações apressadas, o abandono da agricultura foram erros muito graves. Já em blog anterior escrevemos que os engraxadores tinham surgido nas ruas de Lisboa e não nos espantaria que ressurgissem outros vendedores de porta em porta. É voltar atrás, sem dúvida, mas tudo é válido para honestamente lograr o pão nosso de cada dia. 

O Presidente da Republica tem como primeiríssimo encargo ser o símbolo representativo de todos os portugueses Ora é inadmissível que o P.R. seja filiado num qualquer partido político, o que sempre vem acontecendo. Em segundo lugar ser Chefe das Forças Armadas e por último velar para que seja cumprida a Constituição e é tudo. Quanto ao terceiro item esta é atirada para os constitucionalistas e paga como agora se viu. 

As próximas eleições Presidenciais terão lugar daqui a menos de quatro anos. Segundo a nossa óptica, Cavaco Silva não chegará a cumprir o mandato. Há meses que o observamos atentamente e notamos quer nas suas decisões, gestos e esgares algo que demonstra falta de cônscio. 

Aníbal Cavaco Silva

O que será que assusta tanto os portugueses (sobretudo aqueles que em linguagem corrente dizemos de meia tigela) quando ouvem falar de monarquia? Um Rei tem tudo quanto se exige a alguém que represente de forma inequívoca todo um povo. 

Se pensarmos bem, se tivéssemos como chefe supremo do Estado “o nosso rei”, seria mil vezes mais barato do que ter lá em cima uma criatura que custa fortunas e vive pelos palácios onde nem sequer deveria por os pés quando muito para os visitar como Museus. 


D. Duarte Pio é um homem simples com um curso modesto de Regente Agrícola, mas verdadeiro. E não é do que precisamos? Tem uma família constituída, descendência e geneticamente incapaz de ter no bolso um cêntimo que não fosse seu. Não tem uma dicção convincente, detalhe corrigível. 


Termos um Rei em vez de republicanos presidentes teria muitas vantagens. Eleições, campanhas eleitorais a custo zero. Eleições, campanhas onerosas, nada. Rei morto, rei posto para mais por nascimento não o deslumbraria o fausto e o estadão com que os plebeus se embebedam.

D. Duarte Pio de Bragança

Como gostaríamos de começar o Ano Novo a falar-vos de passarinhos e flores, mas infelizmente tornamo-nos um país onde os crimes hediondos se sucedem diariamente. Nós que fomos de brandos costumes somos agora uns assassinos e uns selvagens. A nossa indignação não tem medida. É uma náusea verificar que os crimes pedófilos são uma constante. 

A vida das crianças abusadas fica irremediavelmente destroçada e para cúmulo os criminosos são postos em liberdade.

Criança abusada

Mar não nos falta, que bom seria termos o dinheiro e o engenho do Dubai para construirmos uma ilha para onde mandar os nojentos pedófilos TODOS. Onde ficassem completamente isolados, a pão e laranja e já era muito. E para se entreterem uns aos outros e refrescarem as suas partes pecaminosas, a água bem fria do Atlântico.

Rapalado