domingo, 6 de janeiro de 2013

ANO NOVO, VIDA DURA

Nem para todos. Há muitos que neste tempo de “crise” souberam tirar partido desta situação anómala e fabricar uns dinheiros extra de maneira ilícita ou lícita e seguir cantando e sorrindo. Para a maioria, sim, será um ano muito duro. Uns euros aqui outros ali, uns cêntimos mais, ou seja, em tudo o Estado procura no fundo dos bolsos dos portugueses, já tão vazios, os últimos trocos. 


A crise não é só nossa e parece ter vindo para ficar, e assim o ano novo é óptimo para uns quantos e péssimo para muitos… 

Os desgovernos anteriores, as falcatruas, as inovações apressadas, o abandono da agricultura foram erros muito graves. Já em blog anterior escrevemos que os engraxadores tinham surgido nas ruas de Lisboa e não nos espantaria que ressurgissem outros vendedores de porta em porta. É voltar atrás, sem dúvida, mas tudo é válido para honestamente lograr o pão nosso de cada dia. 

O Presidente da Republica tem como primeiríssimo encargo ser o símbolo representativo de todos os portugueses Ora é inadmissível que o P.R. seja filiado num qualquer partido político, o que sempre vem acontecendo. Em segundo lugar ser Chefe das Forças Armadas e por último velar para que seja cumprida a Constituição e é tudo. Quanto ao terceiro item esta é atirada para os constitucionalistas e paga como agora se viu. 

As próximas eleições Presidenciais terão lugar daqui a menos de quatro anos. Segundo a nossa óptica, Cavaco Silva não chegará a cumprir o mandato. Há meses que o observamos atentamente e notamos quer nas suas decisões, gestos e esgares algo que demonstra falta de cônscio. 

Aníbal Cavaco Silva

O que será que assusta tanto os portugueses (sobretudo aqueles que em linguagem corrente dizemos de meia tigela) quando ouvem falar de monarquia? Um Rei tem tudo quanto se exige a alguém que represente de forma inequívoca todo um povo. 

Se pensarmos bem, se tivéssemos como chefe supremo do Estado “o nosso rei”, seria mil vezes mais barato do que ter lá em cima uma criatura que custa fortunas e vive pelos palácios onde nem sequer deveria por os pés quando muito para os visitar como Museus. 


D. Duarte Pio é um homem simples com um curso modesto de Regente Agrícola, mas verdadeiro. E não é do que precisamos? Tem uma família constituída, descendência e geneticamente incapaz de ter no bolso um cêntimo que não fosse seu. Não tem uma dicção convincente, detalhe corrigível. 


Termos um Rei em vez de republicanos presidentes teria muitas vantagens. Eleições, campanhas eleitorais a custo zero. Eleições, campanhas onerosas, nada. Rei morto, rei posto para mais por nascimento não o deslumbraria o fausto e o estadão com que os plebeus se embebedam.

D. Duarte Pio de Bragança

Como gostaríamos de começar o Ano Novo a falar-vos de passarinhos e flores, mas infelizmente tornamo-nos um país onde os crimes hediondos se sucedem diariamente. Nós que fomos de brandos costumes somos agora uns assassinos e uns selvagens. A nossa indignação não tem medida. É uma náusea verificar que os crimes pedófilos são uma constante. 

A vida das crianças abusadas fica irremediavelmente destroçada e para cúmulo os criminosos são postos em liberdade.

Criança abusada

Mar não nos falta, que bom seria termos o dinheiro e o engenho do Dubai para construirmos uma ilha para onde mandar os nojentos pedófilos TODOS. Onde ficassem completamente isolados, a pão e laranja e já era muito. E para se entreterem uns aos outros e refrescarem as suas partes pecaminosas, a água bem fria do Atlântico.

Rapalado

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