PELOS AVIÕES
Numa recente viagem de Israel a Londres o
primeiro Ministro deste país, ao qual dinheiro não falta, mandou instalar uma
alcova que custou mais de 90 mil euros. A cama por certo muito
confortável.
A viagem realizada durou tão só 5 horas. O Senhor Benjamin Netanyhau,
enquanto manda deitar bombas sobre os palestinianos e não só, sabe cuidar bem
de si.
Num voo também recente de Paris a Lisboa o
nosso primeiro-ministro viajou em classe económica o novo “comentador” da
TV optou por fazer a viagem na classe executiva. Quem pagou? A TV ou o próprio
do seu bolso? Tanto num caso como no outro fomos nós todos que pagamos,
cumpridores pagadores de impostos.
A vaidade e ânsia de exibicionismo, própria
das criaturas da sua espécie nunca o abandona. Dizem-nos que nos seus
comentários televisivos gasta a maior parte do tempo a justificar a sua
actuação (primorosa) enquanto governou.
É seguro viajar de avião? Mais seguro
do que andar de automóvel mas desde que foi proibido fumar, a bem da nossa
saúde e com proveito para o orçamento das Companhias aéreas pois a economia é
substancial uma vez que deixaram de renovar a tempo inteiro o ar que se
respira. Viajamos na companhia de toda a espécie de micróbios, bactérias, vírus
incluindo o ultimo descoberto no Médio Oriente que já fez várias vitimas e que
ainda se ignora como o combater
O QUE TEMOS A MAIS
Presos. Temos as cadeias a abarrotar e
outro tanto daqueles que deviam estar nas cadeias e que andam por aí numa
desenfreada actividade. Nunca como no presente se cometeram tantos
assassinatos, são de grande violência e diários, tantos crimes de toda a
ordem.
A lei, a dura lei, é um chavão que já não
fecha as portas que devia. Tudo é permitido, desculpado, ou quando muito punido
com tal brandura que fica aquém do tolerável. As crianças já não têm infância são precocemente
adolescentes. Muitas entregues a si próprias. Presença da família em falta.
E temos abortos a mais a par de uma
natalidade baixíssima. Mas haverá um babyboom, os rapazes que nascerem
serão maioritariamente Franciscos. Vinho mais do que suficiente para o consumo
interno e que dá para exportar.
Cortiça, muita que não é
demais nas mãos de um único homem, Américo Amorim.
Separou-se do irmão a quem pagou 28 milhões de euros. É Rei
absoluto.
A MENOS OU PARA MAL DIZER
Dinheiro. No entanto temos em breve
as Festas dos Santos Populares a que muita gente irá, assim como a juventude
não perde um show de um qualquer cantor em voga ou de uma
banda. Os bilhetes são caros e os lugares a pé firme no meio de uma multidão.
Mas caras também as viagens para o estrangeiro para correr atrás de um
jogo de futebol. Os estádios estão sempre cheios. Não dá para entender...
Em Itália, a bela Itália, as padarias estão
a vender o pão do dia anterior a metade do preço. Clientes não faltam sobretudo
reformados e mães com crianças.
Em Moçambique, tal como prevíamos, casa onde
não há pão ... mas naquela onde há toda a gente quer o melhor quinhão. Tememos
o regresso, outra vez, da guerra civil.
Em França três quartos da população está
contra o primeiro-ministro François Hollande. Como sempre os políticos antes de
chegarem ao poleiro prometam este mundo e o outro. Num ano de governação
Hollande apenas aprovou a lei que permite não só os casamentos de pessoas do
mesmo sexo mas a adopção. Conhecemos mais de dois ou três casos em que com
grande coração estes novos matrimónios adoptam crianças atrasadas
mentais. Acabam por fazer delas joguetes sexuais. Fica tudo em
família...
A Coreia do Norte já não tem os misseis
apontados aos possíveis alvos. O nuclear quando se solta é para todos.
A ordem base do Governo é cortar, cortar,
mas os 230 deputados continuam. Á vista apenas cortaram a água engarrafada por
banais jarros.
Uma curiosidade, durante 142 anos, na dinastia
de Bragança não eram aplicadas taxas a ninguém.
Em puro devaneio intelectual imaginamos que
desde que existem homens sobre a terra essa humanidade estaria na infância.
Vivia por instinto e levando á boca de tudo experimentando o que a
natureza lhes oferecia. Muita gente terá morrido nas tentativas de saber o que
não era venenoso. Passaram séculos em cima de séculos e pensamos que a
humanidade chegou tão só à adolescência pois comporta-se tal qual como o faz a
juventude. Será que daqui a tantos séculos como aqueles que já se
esfumaram será, por fim, adulta.
Afinal como vamos? Mais ou menos, melhor,
mais para menos.
Os princípios básicos da União Europeia
estão a ser disseminados. Será que ainda vamos assistir à sua auto destruição comendo-se
a si própria ?
RAPALADO







