domingo, 26 de maio de 2013

MAIS OU MENOS

PELOS AVIÕES

Numa recente viagem de Israel a Londres o primeiro Ministro deste país, ao qual dinheiro não falta, mandou instalar uma alcova que custou mais de 90 mil euros. A cama por certo muito confortável. 


A viagem realizada durou tão só 5 horas. O Senhor Benjamin Netanyhau, enquanto manda deitar bombas sobre os palestinianos e não só, sabe cuidar bem de si.

Num voo também recente de Paris a Lisboa o nosso primeiro-ministro viajou em classe económica  o novo “comentador” da TV optou por fazer a viagem na classe executiva. Quem pagou? A TV ou o próprio do seu bolso? Tanto num caso como no outro fomos nós todos que pagamos, cumpridores pagadores de impostos.

A vaidade e ânsia de exibicionismo, própria das criaturas da sua espécie nunca o abandona. Dizem-nos que nos seus comentários televisivos gasta a maior parte do tempo a justificar a sua actuação (primorosa) enquanto governou.

É seguro viajar de avião? Mais seguro do que andar de automóvel mas desde que foi proibido fumar, a bem da nossa saúde e com proveito para o orçamento das Companhias aéreas pois a economia é substancial uma vez que deixaram de renovar a tempo inteiro o ar que se respira. Viajamos na companhia de toda a espécie de micróbios, bactérias, vírus incluindo o ultimo descoberto no Médio Oriente que já fez várias vitimas e que ainda se ignora como o combater

O QUE TEMOS A MAIS

Presos. Temos as cadeias a abarrotar e outro tanto daqueles que deviam estar nas cadeias e que andam por aí numa desenfreada actividade. Nunca como no presente se cometeram tantos assassinatos, são  de grande violência e diários, tantos crimes de toda a ordem.

A lei, a dura lei, é um chavão que já não fecha as portas que devia. Tudo é permitido, desculpado, ou quando muito punido com tal brandura que fica aquém do tolerável. As crianças já não têm infância são precocemente adolescentes. Muitas entregues a si próprias. Presença da família em falta.

E temos abortos a mais a par de uma natalidade baixíssima. Mas haverá um babyboom, os rapazes que nascerem serão maioritariamente Franciscos. Vinho mais do que suficiente para o consumo interno e que dá para exportar.

Cortiçamuita que não é demais nas mãos de um único homem, Américo Amorim. Separou-se do irmão a quem pagou 28 milhões de euros. É Rei absoluto.  

A MENOS OU PARA MAL DIZER


Dinheiro.  No entanto temos em breve as Festas dos Santos Populares a que muita gente irá, assim como a juventude não perde um show de um qualquer cantor em  voga ou de uma banda. Os bilhetes são caros e os lugares a pé firme no meio de uma multidão. Mas caras também as viagens para o estrangeiro para correr atrás de um jogo de futebol. Os estádios estão sempre cheios. Não dá para entender...

Em Itália, a bela Itália, as padarias estão a vender o pão do dia anterior a metade do preço. Clientes não faltam sobretudo reformados e mães com crianças.

Em Moçambique, tal como prevíamos, casa onde não há pão ... mas naquela onde há toda a gente quer o melhor quinhão. Tememos o regresso, outra vez, da guerra civil.

Em França três quartos da população está contra o primeiro-ministro François Hollande. Como sempre os políticos antes de chegarem ao poleiro prometam este mundo e o outro. Num ano de governação Hollande apenas aprovou a lei que permite não só os casamentos de pessoas do mesmo sexo mas a adopção. Conhecemos mais de dois ou três casos em que com grande coração estes novos matrimónios adoptam crianças atrasadas mentais. Acabam por fazer delas joguetes  sexuais. Fica tudo em família...

A Coreia do Norte já não tem os misseis apontados aos possíveis alvos. O nuclear quando se solta é para todos.

A ordem base do Governo é cortar, cortar, mas os 230 deputados continuam. Á vista apenas cortaram a água engarrafada por banais jarros.


Uma curiosidade, durante 142 anos, na dinastia de Bragança não eram aplicadas taxas a ninguém.

Em puro devaneio intelectual imaginamos que desde que existem homens sobre a terra essa humanidade estaria na infância. Vivia por instinto e levando á boca de tudo experimentando o que a natureza lhes oferecia. Muita gente terá morrido nas tentativas de saber o que não era venenoso. Passaram séculos em cima de séculos e pensamos que a humanidade chegou tão só à adolescência pois comporta-se tal qual como o faz a juventude. Será que daqui a tantos séculos como aqueles que já se esfumaram será, por fim, adulta.

Afinal como vamos? Mais ou menos, melhor, mais para menos.

Os princípios básicos da União Europeia estão a ser disseminados. Será que ainda vamos assistir à sua auto destruição comendo-se a si própria ?


RAPALADO

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