domingo, 14 de outubro de 2012

PORTUGAL PARA SEMPRE

Governar seja aquilo que for não é fácil. Governar um país é um empreendimento grandioso que requer a maior ponderação. Envolve a qualidade de vida de milhares de pessoas. A situação em que a maior parte do Mundo se encontra é inédita e surpreendente. Se acaso não existisse a energia nuclear não nos espantaria estarmos numa guerra mundial.

Portugal é um país onde a maioria é envelhecida e ignara. Vale-nos uma juventude brilhante a formar-se ou já formada. Temos ótimas Universidades e um exemplo recente digno de ser registado quatro jovens prontos a entrar para um curso superior com 20 valores. E muitos mais a trabalhar como pesquisadores científicos. Jovens que querem ficar em Portugal e lutar por ele…

Dói-nos ouvir e ver escrito «o portuga» uma forma grosseira e depreciativa. Esta palavra tem o mesmo valor se chamarmos a um brasileiro «brazuca». Somos portugueses e com orgulho de o sermos e de coração cheio por termos dado vida a um Brasil (de brasileiros). Um país imenso, rico de si onde não existe racismo.

A ideia é irrealizável, para nosso bem, mas já pensaram o que seria entregar o governo de Portugal ao Bloco de Esquerda? Um partido com uma percentagem diminuta que tem como grande desígnio acabar com o que resta da classe média. Todos iguais, nunca seremos todos iguais. Nem as pessoas nem os países. Louçã será um bom professor universitário, mas se tivesse o governo nas mãos entrava em paranóia sem saber por onde começar. Com um sorriso cínico voltaria a censurar a direita por não ter sido competente para eliminar o desemprego.

O desemprego é um fenómeno mundial devido em grande parte às novas tecnologias, à capacidade produtiva e brutal dos países orientais em fantástica ascensão. Um computador faz com uma rapidez assombrosa o trabalho que muita gente levaria meses ou anos a executar. O Bloco no governo? Onde iria montar uma fábrica de empregos?

E os comunistas? Talvez conseguissem fazer de nós uma Albânia. Persistentes continuam a acreditar que com o seu o comunismo decrépito estaria tudo solucionado, tal como uma criança que ainda acredita no Pai Natal

Manifestações torrenciais, greves, mas nem uma coisa nem outra levam a lugar nenhum. Há que utilizar o lema da Bélgica – L’UNION FAIT LA FORCE – A União faz a força. Só unidos numa união sólida aceitando-nos uns aos outros embora diferentes devemos lutar. Criar novas formas de vida, Os maus tempos aguçam a criatividade e a imaginação.

Portugal é tão pobre que - emendem-nos por favor se estamos a cometer um erro - 80% da população não paga IRS pela simples razão de não ter rendimentos para tal. Quem paga IRS são os ricos e os que ainda têm trabalho.

O povo manifesta-se porque se sente ferido na própria carne, mas as greves só servem para nos tornar ainda mais pobres.

O que fazer? Ir buscar de novo os velhos socialistas que tão mal governaram? Os maçons? O Sócrates e os seus assessores? Mais do mesmo. A nossa ignorância ficou espantada. Não é democrático, nem viável punir os erros de quem já governou. Senhores, uma falcatrua sobre outra e outra dá para dormir descansado.

Os engraxadores voltaram às ruas de Lisboa, bem hajam. Embora calçando uns sapatos velhos bem envernizados sempre conforta e ajuda a pisar com mais confiança caminhos honestos e novos.

RAPALADO.

Sem comentários:

Enviar um comentário